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Tendinite de Aquiles: por que a dor na parte de trás do tornozelo surge e como manejar

Entenda o que é a tendinite de Aquiles, seus sintomas, causas e a importância de buscar orientação médica para o tratamento adequado.

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  • A dor na parte posterior do tornozelo, logo acima do calcanhar, é uma queixa frequente em consultórios de ortopedia.
  • Muitas vezes, esse desconforto está relacionado à tendinite de Aquiles, uma condição que envolve a inflamação ou a degeneração do tendão que…
  • O tendão de Aquiles é o maior e mais forte tendão do corpo humano, sendo fundamental para atividades básicas como caminhar, correr…
Tendinite de Aquiles: por que a dor na parte de trás do tornozelo surge e como manejar
Foto: Towfiqu barbhuiya / Pexels

A dor na parte posterior do tornozelo, logo acima do calcanhar, é uma queixa frequente em consultórios de ortopedia. Muitas vezes, esse desconforto está relacionado à tendinite de Aquiles, uma condição que envolve a inflamação ou a degeneração do tendão que conecta os músculos da panturrilha ao osso do calcanhar.

O tendão de Aquiles é o maior e mais forte tendão do corpo humano, sendo fundamental para atividades básicas como caminhar, correr e saltar. Quando ele é submetido a uma carga superior à que está habituado, pode apresentar sinais de sobrecarga.

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O que é a tendinite de Aquiles?

Trata-se de um processo inflamatório ou de desgaste crônico que afeta o tendão de Aquiles. Diferente de uma lesão aguda, como um corte ou fratura, a tendinite costuma se desenvolver gradualmente, muitas vezes devido ao uso repetitivo ou ao aumento súbito na intensidade de atividades físicas.

Principais sintomas

Os pacientes costumam relatar dor e rigidez na parte de trás do calcanhar, especialmente pela manhã ou após períodos de repouso. Outros sinais incluem:

  • Sensibilidade ao toque na região do tendão.
  • Inchaço leve ou espessamento do tendão.
  • Dor que piora após a prática de exercícios físicos.
  • Sensação de fraqueza ou dificuldade para realizar movimentos que exijam a impulsão do pé.

Possíveis causas e fatores de risco

A condição está frequentemente ligada ao sobreuso. Entre os fatores que podem contribuir para o surgimento do quadro estão o aumento repentino na frequência ou intensidade de treinos, o uso de calçados inadequados que não oferecem suporte ao pé, e alterações biomecânicas, como a pisada pronada (quando o pé gira excessivamente para dentro).

Como o diagnóstico é realizado

O diagnóstico é essencialmente clínico, realizado por meio de uma avaliação ortopédica detalhada. O profissional examinará a região, testará a amplitude de movimento e verificará pontos de dor. Em casos específicos, exames de imagem, como o ultrassom ou a ressonância magnética, podem ser solicitados para avaliar a extensão do comprometimento do tecido tendíneo.

Tratamentos e cuidados disponíveis

O manejo inicial foca no repouso relativo, evitando atividades que causem dor. O uso de compressas frias pode auxiliar no controle do desconforto. Em muitos casos, a fisioterapia é fundamental para reabilitar a musculatura, melhorar a flexibilidade e corrigir padrões de movimento. O uso de calçados com amortecimento adequado ou dispositivos auxiliares pode ser orientado pelo ortopedista para aliviar a tensão sobre o tendão.

Quando procurar atendimento

É importante buscar avaliação profissional se a dor for persistente, se houver dificuldade importante para caminhar ou se o inchaço for acompanhado de calor local intenso e vermelhidão. Sinais de incapacidade total de apoiar o pé no chão também exigem atenção imediata.

Formas de prevenção

A prevenção passa pelo bom senso na prática de exercícios. Aumentar a carga de treinos de forma gradual, realizar aquecimento adequado e manter a musculatura da panturrilha fortalecida são medidas essenciais para proteger o tendão de Aquiles.

Perguntas frequentes

  • A tendinite de Aquiles pode levar à ruptura? Se não tratada e com a continuidade de sobrecarga extrema, o tendão pode se tornar mais suscetível a lesões graves.
  • Quanto tempo leva para melhorar? O tempo de recuperação varia conforme a cronicidade do caso e a adesão ao tratamento, podendo levar semanas ou meses.
  • Posso continuar correndo com dor? Não é recomendado, pois a dor é um sinal de alerta do corpo. Continuar o esforço pode agravar a inflamação.

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Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento realizado por um profissional de saúde.

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